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02

Sep

DHAA Versão 2.0

Como é que se aprende a fazer algo? Da mesma forma como aprendemos a andar, falar, escrever e até mesmo a pensar. Copiando, imitando, tentando reproduzir com perfeição aquilo que vemos os outros fazerem – até mesmo melhorando aquilo que já é feito. Falando mais claramente, estudando idiomas para se comunicar melhor com o mundo, reconhecendo idéias no talento alheio, inspirações e a genialidade que levam à costurar várias idéias “criando” algo novo.

Criatividade é um conceito que já foi tão malhado, distorcido e levado ao Olimpo, que hoje é difícil mesmo para os profissionais que lidam diariamente com a sua criatividade saberem o quanto são efetivamente criativos – ou se são reprodutores de conceitos.

Em O Ócio Criativo, o italiano Domenico de Masi destaca que hoje ninguém cria algo a partir do nada, mas sim reúne informações que estão à sua volta para destilar uma conclusão, algo que nos habituamos a chamar de novo, de criação.

Pensando dessa forma, seríamos todos uns plagiadores. Mas não é bem essa a idéia. Dentro do mundo dos criativos – esses seres tão valorizados pelo mercado hoje em dia como se fossem semi-deuses raros e intangíveis – é comum buscar inspiração.

Na busca de inspiração, muitas vezes recorre-se ao alheio para saber em que direção seguir, qual a melhor forma de traduzir determinada idéia ou conjunto delas, para saber o que poderia ser mais adequado ao briefing, como é que estão fazendo para representar idéias semelhantes. [...]

Parte do texto Plágio X Inspiração, do site www.grito.com.br

Tudo isso para apresentar a cara nova do meu portfolio e blog e dizer que toda a estrutura foi inspirada no site Difluir, de Dani Danczuk que já foi devidamente informada da semelhança. Adorei o resultado, e você?

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